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Governo do Estado renegocia contrato com o Banco Mundial

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Governador com representantes do Banco Mundial em visita ao Rio Grande do Sul
Governador com representantes do Banco Mundial em visita ao Rio Grande do Sul - Foto: Alex Rocha/Palácio Piratini

O governador José Ivo Sartori recebeu na tarde desta sexta-feira (16), em seu gabinete no Palácio Piratini, a missão do Banco Mundial (Bird) que está em visita ao Rio Grande do Sul. Em reunião com o gerente do Projeto do Banco Mundial e coordenador da missão, Thomas Kenyon, e o secretário do Planejamento, Mobilidade e Desenvolvimento Regional, Cristiano Tatsch, foi discutido o andamento dos projetos do contrato.

A proposta, que está em fase final de negociação, prevê a prorrogação em 20 meses no contrato de US$ 480 milhões, passando o novo prazo de conclusão para fevereiro de 2019. A execução originalmente estava prevista para quatro anos.

O governador agradeceu ao Bird ter atendido a solicitação do governo de prorrogar o prazo do contrato e afirmou que sua administração está implantando um novo modelo de gestão na máquina pública, buscando desburocratizar processos e agir com eficiência.

Além do alongamento do prazo, também está sendo modificado o valor da contrapartida sob responsabilidade do Estado, que caiu de US$ 423 milhões para US$ 271 milhões.

"A redução da contrapartida é uma conquista muito importante pelas dificuldades financeiras que o Rio Grande do Sul está enfrentando, e permitirá ao Estado qualificar os projetos que estão sendo desenvolvidos com o apoio do Banco Mundial", afirmou o secretário Cristiano Tatsch.

Durante a semana, Kenyon visitou sete dos nove órgãos executores de projetos financiados pelo Banco, envolvendo as áreas de transportes, educação, desenvolvimento do setor privado, ciência e tecnologia,  ambiente e fortalecimento da gestão pública.

Estão incluídos no contrato, entre outros projetos, a ampliação e recuperação de escolas, a modernização tecnológica de escolas, o fortalecimento dos Arranjos Produtivos Locais, o apoio a parques e pólos tecnológicos, a gestão de ativos públicos, o Sistema de Regularização Ambiental e o Zoneamento Ecológico Econômico.

Até o momento, o Estado executou US$ 104 milhões do valor total do contrato. Os desembolsos anuais previstos dependem do cumprimento de metas de execução físicas e financeiras.


Texto: Fabiola Bach/Ascom-Seplan
Edição: Denise Camargo/Secom

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